rnA vida nos proporciona momentos especiais e marcantes que nos permite repensar nossos conceitos. Conceitos esses que nos levam a percebermo-nos como seres habitantes de um único espaço, onde todos somos seres singulares dialogando para uma união.rnrnUm único ser lutador de um mesmo ideal, de um ideal idealizador de inúmeras idéias ao redor do pensar de um ser protagonista.rnrnAo pensar em um Ser Protagonista, nos deparamos com o repensar do conceito liderança, pensamento esse que traz o poder de mudança, de conceitos ultrapassados que nos levam a intender-nos como seres únicos e individualistas em um mesmo espaço, onde cada um é por si e aquele que melhor se destaca é o maior beneficiado. E me pergunto: por que ainda se fala me liderança e não protagonismo?rnrnA postura individualista mais conhecida é o da criação do mundo apenas para um único ser, Adão. Pergunto mais uma vez: Se ao criar Adão, o mesmo sentiu-se a necessidade de estar em contato com outro ser, tendo o Criador que fazer a mulher, como surgiu então, o Pecado Original? O por que desta postura tão individualista de um ser considerado tão Supremo?rnrnEssa percepção de que Deus foi individualista ao cria o universo para um único ser, não deve ser levada como crítica a religião e sim ao idealizador desta prática tão milenar que hoje trazemos o pensar de mudança, de transformação para o conceito de Protagonismo, que é um conceito inovador em nossa sociedade atual.rnrnO despertar para este novo conceito nos leva para um repensar de nossa vida, para um repensar em nossas ações, em nosso atuar desde nossa existência.rnrnO pensar de como até os dias atuais, ainda praticamos o individualismo. Como nossas ações estão sempre voltadas para um único centro: o eu ser, o eu tenho, o eu quero, eu faço, nos levando ao unicentrismo do universo. Nos esquecendo do coletivismo universal, que hoje é tão esperado e atualmente praticado por uma parcela mínima da população planetária.rnrnO atuar coletivamente nos leva a percepção do que o unicentrismo, já existente, não deve ser praticado ou seguido como religião. rnrnCada vez mais é necessário agirmos coletivamente neste planeta tão unicentrista. Provocarmos uma mudanças coletivas, não para um mundo, mais sim para um modo de vida sustentável, que foi o desafio a juventude do passado e que está sendo do presente, sendo mais ainda da geração jovem do futuro, como disse a Ministra do Meio Ambiente Marina Silva no V Ibero Americano de Educação Ambiental, em Joinville-SC.rnrnO desafio de criar mudanças coletivas para um modo de vida sustentável deve ser o desafio dos novos pensares. O desafio de coletivamente começarmos a mudar os paradigmas do passado, reconstruindo, não um novo paradigmas, mais sim o coletivismocentrismo para um novo pensar globalista, agindo localmente nos moldes do coletivismo.rn rn